11 de abril de 2008

Street Fighter II





A saga de Street Fighter continua neste 2° volume, com as viagens de RYU pela Ásia, conhecendo outros lutadores, esperando que eles ajudem-no em sua jornada para vingar a morte de seu mestre. Ele encontra Sagat, Dhalsim, Gen, e muitos mais, enquanto Chun-li, Cammy e T.Halk viajam para o México para descobrir os segredos por atrás das Agentes "Boneca".

Street Fighter v2 - 00
Street Fighter v2 - 01
Street Fighter v2 - 02
Street Fighter v2 - 03
Street Fighter v2 - 04

10 de abril de 2008

Agentes de Atlas




Agentes de Atlas é um projeto que recupera velhos personagens da Marvel.
É uma história das mais divertidas da casa das idéias nos últimos meses.
Eles não só mantêm a curiosidade da equipe, como também no grupo de editores responsáveis pela série.
Revitalizando "velhos" heróis, a Marvel não só dá uma jogada, no mínimo, "interessante", como também consegue fazer uma história boa, o que não é muito fácil hoje em dia.

Sinopse: O ESPIÃO. O ASTRONAUTA. A DEUSA. O ROBÔ. O GORILA. Nos meados de 1950, O Governo dos E.U.A. deixou o Agente Especial do FBI Jimmy Woo forjar um time de heróis improváveis. Juntos eles atacaram violentamente a fortaleza de uma inteligência criminal para salvar o Presidente Eisenhower e o grupo se desfez logo em seguida. Agora quase 50 anos depois, sem autorização S.H.I.E.L.D., uma missão acaba dando errado... e das ruínas surge a FORÇA da IDADE DOURADA da MARVEL!

Agentes de Atlas - 1 de 6
Agentes de Atlas - 2 de 6
Agentes de Atlas - 3 de 6
Agentes de Atlas - 4 de 6
Agentes de Atlas - 5 de 6
Agentes de Atlas - 6 de 6

O Mundo de Krypton




Por John Byrne (roteiro) e Mike Mignola (desenhos).
Sinopse: No utópico planeta Krypton, a ciência praticamente eliminou a morte com o uso da clonagem para a regeneração de partes dos corpos de seus habitantes.
Mas a população se divide em torno das implicações morais desta prática; e um assassinato obsceno se torna o estopim de uma guerra que transformará todo o planeta e ditará seu destino milênios mais tarde.
Descendente de um dos personagens dessa história, Jor-El é um homem incomum entre os kryptonianos. Seu interesse obsessivo pela história de seu mundo faz dele uma pessoa excêntrica. Mas é ele quem descobre a ameaça que vem do núcleo do planeta.
Sem tempo de salvar mais ninguém, Jor-El decide salvar pelo menos seu filho Kal-El, enviando-o para um planeta com características físicas semelhantes ao passado longínquo de Krypton, mas sem a frieza de seus habitantes.
Assim começa a história do maior herói do universo.


Lançado em Agosto de 1988 pela Editora Abril com o Título:
SUPER-HOMEM ESPECIAL # 1 - O MUNDO DE KRYPTON - Edição especial

Sinopse do www.universohq.com

O Mundo de Krypton - 1 de 4
O Mundo de Krypton - 2 de 4
O Mundo de Krypton - 3 de 4
O Mundo de Krypton - 4 de 4

Contos (03)
FIM DE ENCANTAMENTO - Parte 1


Desenhos por MilaF

PARTE 1

Prólogo: Das palavras de Ya-Yllah-Yti, líder, sacerdotisa e contadora de histórias da última tribo de humanos, durante o derradeiro êxodo, nos dias finais que antecederam a extinção...

"E agora nós sentamos diante desta fogueira, feita com a pouca lenha que pudemos juntar, na tênue esperança de resistir ao frio, enquanto padecemos sob a mão dos Deuses, que nos abandonaram e ignoram nossas preces, e que enviaram para substituí-los as duas irmãs cruéis, que chamamos de 'Doença' e 'Fome', enquanto a mãe delas, a 'Morte', nos segue e nos cerca, apenas esperando, como um lobo tão faminto como nós.

Mas somos humanos ainda, e tudo o que restou dos humanos, e, por isso devemos continuar vivos, pelo sonho de que um dia serão os homens e mulheres, novamente, os senhores deste mundo.

Então eu lhes conto uma história, para que dela obtenham sabedoria e novas forças, ou para que, pelos menos, entretenham-se por alguns instantes desta noite interminável, desde que o bondoso Sol nos deixou.

Contam que isto aconteceu no início destes últimos dias do mundo e alguns insistem que foi verdade. Mas talvez não importe, pois restou tão pouco de nosso mundo, tão poucos para ouvirem as histórias e menos ainda para contá-las. Dizem que foi exatamente assim..."

Eram tempos sombrios na história do mundo, quando ela chegou a um pequeno vilarejo próximo ao Mar do Norte. Os primeiros ventos do inverno já avançavam sobre aquela parte remota do reino, trazendo consigo notícias más e uma sensação de desesperança, que ameaçava apoderar-se de uma multidão crescente de corações, os quais sentiam um futuro terrível se aproximando - mas eles não podiam definir qual era e, por isso, olhavam para o Céu, em busca de respostas e consolo. Porém não era só o tempo que estava mudando, pois os Deuses também haviam se tornado mais estranhos, pois já estavam cansados dos mortais e suas bajulações.

De qualquer forma, ela não se importava com tais coisas. Chegou sozinha, montada a cavalo, sabem os Deuses de onde. Veio silenciosa, em trajes simples de uma camponesa, a espada dependurada na cintura, a cabeça escondida num capuz, uma capa acinzentada cobrindo-lhe as costas... Havia algo de poderoso em sua figura, de altivo, nobre e sofrido, e perigoso, porque parecia não pertencer a esse mundo e ao, mesmo tempo, era como se tentasse, no final de suas forças, agarrasse a ele. Não sei, com certeza, e creio que ninguém sabe. Dizem que seu nome era Glória, mas, até aquele momento, ninguém podia imaginar o que buscava.

Ela desmontou no meio do vilarejo, em frente a uma velha taberna, em cuja placa alguém havia gravado um nome rude - algo que, remotamente, lembraria um dialeto atlante - e um desenho de difícil definição.Ela entrou com passos firmes e o lugar estava praticamente cheio. As pessoas olharam para ela com surpresa, pois era a única mulher naquele local.

Ela ignorou os olhares e procurou uma mesa num canto mais afastado e escuro e sentou-se próxima a uma parede, onde ainda podia ser vista uma bela pintura já bastante desgastada. Talvez uma lembrança perdida de dias melhores.

O taberneiro, um tipo corpulento com uma grande e antiga cicatriz no rosto, aproximou-se da mesa. Glória entregou-lhe uma moeda e pediu uma caneca de vinho. Ele a atendeu logo e voltou para trás do balcão, avaliando com curiosidade aquele dinheiro (era de ouro, com certeza - mas a escrita e aqueles símbolos, de onde poderiam ser?)

O ambiente estava quase na penumbra exceto, por algumas tochas penduradas a ganchos nas paredes. Aqui e ali havia escuridão e tudo parecia muito sombrio, porém não mais do que o coração de Glória. Ela havia esperado tanto tempo por aquela noite e - se a informação fosse verdadeira - valeria a pena esperar um pouco mais.

Dentro do capuz, seus olhos demonstravam desolação, fúria e lembranças... Sim, muitas lembranças. E breve seu olhar se fixou num pequeno palco em um canto da taberna. Sim. Ela iria esperar.

Glória tomou um gole do vinho e tentou lembrar como era o gosto daquela bebida, mas algumas memórias já estavam desbotadas demais e ela ficou triste e desejou chorar...Mas, já se passara muito tempo desde que ela conseguira derramar uma lágrima... Embora algo em seu coração insistisse que isso ainda era possível... Porém, suas reflexões foram logo interrompidas por uma voz desagradável que lhe feria os ouvidos:

— ... Gostosa! Faz tempo que não vejo uma coisa gostosa assim feito você! Tá procurando companhia, não é? Uma mulher assim, sozinha num lugar desses, tá atrás de homem. Tem de tá!

Glória ergueu os olhos. Diante dela, estava um homem grande, gordo, calvo e barbudo. A expressão no rosto dele era de uma malícia indisfarçada. Em uma das mãos, ele trazia uma caneca de vinho e na face um riso animalesco que contribuía ainda mais para dar aquela criatura a aparência de algo deformado e obsceno.

Não havia motivo para chamar atenção esta noite. Não seria bom provocar problemas justamente agora que ela estava tão perto... Por isso, ela resistiu a tentação de decepar aquela coisa atrevida, pretensiosa e faladora e apenas disse:

— Vá embora.

Uma gargalhada explodiu da boca do homem gordo e ele riu por alguns segundos, para depois esfregar os lábios com as costas da mão e voltar a falar:

— É brincadeira, não é? Além de gostosa, é engraçada! Olha, eu tenho dinheiro — e puxou da cintura um pequeno saco de couro, amarrado na extremidade, e ficou balançando-o diante dos olhos dela enquanto falava - e vou me sentar aqui e depois a gente vai para o quarto lá em cima - e apontou para o teto - e você vai passar a noite comigo e vai me fazer o viajante mais feliz nessa vila. E quando eu estiver em cima de você, vai ser a mulher mais feliz do mundo! Que tal?

E o homem gordo riu novamente e levou a caneca até os lábios e voltou a beber, fazendo um barulho que lembrava algum animal selvagem. Glória tocou no cabo de sua espada e decidiu que precisava agir.

O instante seguinte aconteceu rápido demais, como se a realidade houvesse explodido. A espada de Glória arrancou a caneca de vinho da mão do homem gordo, cortou aquele recipiente em duas metades - o líquido espalhou-se pelo bar, molhando todos que estavam por perto - e passou, veloz o bastante para não ser percebida por um olho humano, pelo rosto daquela criatura. Um corte bem fino cruzou o lado direito da face do homem e, quando as metades da caneca alcançaram o chão, Glória estava de pé, diante do homem gordo e a ponta da lâmina de sua espada já pressionava a garganta daquele infeliz.

O homem gordo e barbudo estava sem reação, estático, urrando de dor, medo e surpresa, enquanto vinho e um filete de sangue lhe escorriam pelo rosto.

— Sua... Sua cadela! Eu vou te matar por isso! - ele grunhiu.

— Não. ela retrucou Vai aceitar um conselho: você é tão feio quanto um demônio e deve feder como algo que já morreu há dias. Vá embora e leve só essa cicatriz no rosto, como lembrança do que poderia acontecer essa noite.

O homem arfava como um animal agonizante e algo mais teimoso em sua natureza queria ainda insistir: _Não! Eu vou te matar! Eu vou! Ninguém faz isso comigo!

Glória analisou aquele ser tão patético diante de seus olhos, meneou a cabeça vagarosamente e desejou que, se realmente existisse um Paraíso, houvesse lugar para idiotas como aquele. Sim, ela poderia matá-lo e, por certo, o mundo não sentiria falta de algo desprezível como aquilo.

Porém, uma mão firme segurou o ombro do homem gordo e uma voz orgulhosa e forte, ergueu-se:

— Klaus, pelos Deuses! Juízo homem! Recua! Vamos sair daqui ou essa feiticeira vai te fazer em pedaços!

Ela olhou por sobre os ombros do homem gordo e lá estava um velho soldado, cujo rosto ainda deixava escapar a gloria, a nobreza e o poder de dias passados, quando fora um general que comandava exércitos conquistadores e trouxera triunfos e tesouros para seu rei e morte rápida para os inimigos.

— Hans, - insistiu Klaus - não te mete, não! Não existem mais feiticeiras! Todo mundo sabe disso!E eu vou matar essa dona!

— Você vai é morrer! - replicou Hans - Talvez ainda haja feiticeiras e ela seja uma delas. Sai daqui ou eu mesmo te mato...

E depois acrescentou num tom quase paternal:

— Por favor.

Klaus pareceu atender ao desejo de Hans, pois Glória podia ver nos olhos dele que aquela teimosia se abrandava e ele desejava fugir, mas o medo, o orgulho e a lâmina em sua garganta seguravam-no. Hans soltou o ombro de Klaus, deu um passo para o lado e se aproximou dela.

— Moça, - começou - esse imbecil pode ser só um imbecil, mas talvez seja o único amigo que tenho. Eu peço desculpas por ele. Mas deixa-o ir embora. Você iria insultar sua lâmina se matasse um tolo como esse.

Algo na figura decadente de Hans ainda transmitia um certo ar de respeito e nobreza, como um eco, uma memória já gasta, de um guerreiro outrora valoroso. Fosse o que fosse, tocou a simpatia de Glória, ela baixou a espada, devolveu-a a bainha e disse:

— Certo. Tire-o daqui.

— Obrigado - disse Hans, sorriu de forma suave e curvou a cabeça para ela e, logo, arrastou Klaus, que protestava, para fora.

Glória observou ao redor e viu que as pessoas continuavam olhando para ela, mas a expressão havia mudado para medo. Ela voltou a sua mesa.

O taberneiro aproximou-se novamente:

— Eu vi o que aconteceu. - ele procurava dissimular o terror em sua voz e apontava nervosamente para ela enquanto falava - Vou cobrar de Hans a caneca e o vinho, mas não quero problemas na minha taberna, entendeu?

Ela não deu maior atenção ao taberneiro e, breve, ele voltou a seu lugar atrás do balcão.

Glória segurou a caneca de vinho com as duas mãos e olhou novamente para o palco. Sim, agora era só esperar.

(Continua)
Por Rita Maria Felix da Silva

8 de abril de 2008

Contos (02)

OBITUÁRIO

— Mestre, quem é este homem estranho na foto?
— Peregrino, este era Ydim Ibn Lottar Ibn Paul Al Hajer, um escritor.
— Ele está morto agora, não é?
— Sim, como todos aqui, em todas estas fotos.
— Como ele morreu?
— Em seus últimos dias, Ydim buscou refúgio no deserto. Lá pereceu.
— Deserto... Fome e sede?
— Não... Ele faleceu solitário, desolado e completamente sem esperança.
— Oh, parece-me que foi uma morte muito ruim, Mestre.
— Alguns diriam que não. Há quem pense que foi uma morte digna, talvez até mesmo a melhor.
— Não entendo: como pode qualquer morte ser boa?
— Bem, conta-se que Ydim morreu com o coração despedaçado, a alma congelada e assombrado por suas melhores e mais ternas memórias.
— E que morte tão cruel e fantasmagórica foi essa?
— Peregrino, um velho louco, cego e contador de histórias (que, na juventude, havia sido um ladrão de boa índole, um rei questionável e um mago sofrível) disse-me que Ydim morreu por causa de um amor perdido...

Por Rita Maria Felix da Silva

Comentem este conto.

Guy Gardner Renasce (1992)



Por Gerard Jones, Joe Staton e Josef Rubinstein. Esta minisérie traz Lobo ajudando Guy Gardner a recuperar seu anel de Lanterna Verde. Pode parecer estranho Lobo estar ajudando alguém, mas é que Guy prometeu que daria a Lobo o anel assim que eles o encontrassem. Ele esquece com isso uma lei básica do universo: não é bom para a saúde de ninguém enganar o Maioral...

Guy Gardner Renasce - 01 de 03
Guy Gardner Renasce - 02 de 03
Guy Gardner Renasce - 03 de 03

Contos (01)

Começo aqui uma nova seção na PTKomics.
Se você, leitor, tiver algum conto de sua autoria e quiser nos mandar para publicarmos, mande um email para

ptkomics@yahoo.com.br

com o assunto CONTOS

Neste primeiro post, colocarei o conto de uma amiga, que já me mandou vários pra colocar, mas aos poucos vou colocando.

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EONS

Ela – a rainha daquele mundo, o mesmo que nascera após o fim da antiga humanidade - despertou de um sonho ruim. Seu coração afligido, a mente tentava entender as caóticas imagens do pesadelo. Cenas de dor e sangue.
Foi quando Ordonax, (o mais nobre, belo e amado de seus cinco maridos), veio até ela.

— Você já soube, não é? — ele indagou — Hoje, enquanto você dormia, Aj´z, o imortal, pereceu.

Com estas palavras sombrias, um vento fatídico veio do Leste. Em silêncio, a rainha olhou pela janela, para a grande Mãe-Lua, cuja luz abençoava, agora inutilmente, homens e mulheres. Lembrou-se da mais remota lenda de seu povo e do que aquela notícia significava. Uma lágrima escorreu de seu olho esquerdo.

Ordonax quis dizer-lhe algo. A rainha pediu-lhe que não. Palavras eram desnecessárias agora. Ela o puxou para si e eles fizeram amor pelo que restava da última noite daquele mundo.

Aj´z estava morto. Havia chegado o tempo de este mundo terminar para que um outro se iniciasse.

Escrito por: Rita Maria Felix da Silva - rita_maria2003@hotmail.com
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Comentem sobre o conto.

5 de abril de 2008

Simon Dark




Gotham City continua popular entre os aventureiros mascarados. O mais novo defensor na cidade de Batman é Simon Dark.
De Steve Niles e Scott Hampton, promete um clima mais pesado que as revistas do Cavaleiro das Trevas.
Segundo Hampton, Simon Dark é um garoto de 16 anos cujo corpo é composto de partes de outras 30 pessoas, o que eventualmente lhe cria alguns problemas de identidade.
Dark é uma espécie de lenda urbana, conhecida apenas em cantigas e sussurros.
Scans Trazidas até vocês por Os Impossíveis BR

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Simon Dark 01
Simon Dark 02
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Simon Dark 04
Simon Dark 05
Simon Dark 06


Juca_Son deixou novos links no comentário:

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Simon Dark - 01
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Simon Dark - 06

O Que Aconteceria Se... Planeta Hulk (What If?)



E se o Hulk tivesse morrido?

Os leitores que estão acompanhando as sagas do Hulk desde que o gigante verde foi expulso da Terra pelos Illuminati, sabem que ele encontrou um amor no planeta Sakaar. A guerreira Caiera seria a mãe do filho do Hulk, não tivessem ela e a criança morrido na explosão que destruiu Sakaar.
O que aconteceria se eles não tivessem morrido, mas sim o Hulk? É essa pergunta que o escritor Greg Pak e o desenhista Leonard Kirk tentarão responder no especial "Planet Hulk - What If?".
Pak disse que desde o início dos planos para Planeta Hulk existiam conversas sobre fazer uma história do tipo “O que aconteceria se”. A primeira idéia foi a de mostrar o Hulk chegando ao planeta para onde os heróis da Marvel realmente queriam mandá-lo. Mas à medida que a personagem Caiera foi crescendo, tornou-se impossível não desenvolver outras histórias tendo ela como personagem principal. Ele brincou dizendo que “se você achou o retorno do Hulk assustador, espere até ver Caiera em ação”.
O Hulk é uma faceta do cientista Bruce Banner que, ao ser bombardeado por radiação gama, se transformou em algo muito mais que humano. Agora, em momentos de estresse, ele se transforma no Hulk, uma enorme criatura verde incrivelmente forte, resistente e furiosa. E, quanto mais nervoso o Hulk fica, mais forte ele se torna.
Sinopse por: Leandro Damasceno

O Que Aconteceria Se - Planeta Hulk

4 de abril de 2008

A Saga de Bill Raio Beta (Completo)




Sinopse: Bill Raio Beta escapou do fim de um mundo apenas para encontrar o seu próprio fim nas mãos do inimigo mais poderoso que ele já enfrentou. Apresentando Stardust, uma criatura com poderes cósmicos que transforma seus inimigos em poeira para abastecer as estrelas. E isso é o que ele deseja fazer com Bill Raio Beta - e o povo Karboneano - mas ela está apenas seguindo ordens. A pergunta é: de quem? A resposta é grande, bem grande!

Minissérie completa escrita por Michael Avon Oeming e desenhada por Andrea Di Vito. Essa minissérie mostra as consequências diretas da saga Ragnarok. Lembrando que essa minissérie se passa antes de Dinastia M e Guerra Civil.

A Saga de Bill Raio Beta - 01 de 06
A Saga de Bill Raio Beta - 02 de 06
A Saga de Bill Raio Beta - 03 de 06
A Saga de Bill Raio Beta - 04 de 06
A Saga de Bill Raio Beta - 05 de 06
A Saga de Bill Raio Beta - 06 de 06